Suas terras                         

           

          Desde 1941, quando Fiorelli  comprou sua primeira propriedade, a qual continha significativas jazidas de caulim e com a prosperidade do negócio,  Peccicacco adquiriu outras propriedades, o Sítio Botuquara e Sítio Cachoeira que continham grande formação de feldespato e minérios associados como jazidas de granito. 

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        Além do caulim, um dos componentes da indústria de louças, borrachas, medicamentos e outros; parte das suas terras, durante anos foi explorada na extração do minério de feldspato intercaladas nas jazidas de granito, material usado na construção civil e pavimentação.



 

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           Posteriormente ao encerramento das atividades da Mineração F. Peccicacco, Fiorelli arrendou as terras  que continham grande quantidade de granito e os decretos de lavras à Territorial São Paulo. A empresa arrendatária  explora a jazida há mais de 25 anos. Outra área de grande potencial de granito que deu origem a exploração do minério, denominada Fazenda Santo Antônio, tem como arrendatária a Pedreira Embu S/A.


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Sítio Fazendinha (no alto da imagem)




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Fazenda Santo Antônio
 




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Residência da família 

Em um terreno de 45.000 m² - a casa de 2.000m² localiza-se na Avenida Raimundo Pereira de Magalhães, nº 16.385 - na entrada do bairro de Perus.



Loteamento Jardim Adelfiore

O Jardim Adelfiore foi implantado em outubro de 1982 pela empresa familiar de Fiorelli Peccicacco, Adelfiore Participações Empreendimentos e Construções Ltda, com área total de 671.026,94 m² divido em 23 quadras e 1.781 lotes, objeto da matrícula n° 55.429 do 18º Cartório de Registro de Imóveis de São Paulo, SP.

         
          A denominação da empresa, ADELFIORE, surgiu da fusão dos nomes de Adelaide e Fiorelli e o logotipo formado por dois corações, de acordo com a sugestão da própria dona Adelaide.

          
         Essa experiência com loteamento frustrou as expectativas de Fiorelli, quanto à fluidez do empreendimento, fato que o levou a desistir do Jardim Adelfiore II que implantaria no bairro das Laranjeiras. O projeto já se encontrava aprovado pela Prefeitura do Município de Caieiras, mas Peccicacco vendeu aquela área  e jamais  faria qualquer outro loteamento dentro das suas terras. 
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 A invasão do Sítio Fazendinha   
 

Em setembro de 1997, Fiorelli Peccicacco, doente, vivenciou uma invasão de grande porte em suas terras. A área, medindo cerca de 1,5 milhão de m²  foi alvo do movimento dos sem-terra, o que levou mais de 3.000 pessoas para dentro da área. Procedimentos para a reintegração de posse foram executados com urgência, tanto na área judicial como de logística, para impedir a entrada de materiais de construção no local. A Doutora Maria Luiza Di Sandro ingressou na justiça amparada pelos documentos da propriedade, inclusive decreto de Lavra. Em 20 dias, aconteceu o que poucos acreditavam:  o Judiciário concedeu a liminar de reintegração de posse. 

Para o cumprimento do mandado judicial, a Polícia Militar exigiu dez caminhões-baú, depositário fiel, ambulância, dois tratores, 120 homens para ajudá-la a desalojar os posseiros, além de psicóloga e socióloga. Foram designados três oficiais de justiça, e mais de 600 policiais. Felizmente não houve confronto, nem a cavalaria nem o batalhão de choque precisaram  interferir, o movimento dos posseiros se mostrou enfraquecido diante de tamanho aparato para a desocupação da área. A operação teve início às 5 horas da manhã e por volta do meio-dia terminou. Os barracos foram demolidos e as lonas queimadas pelos policiais enquanto os posseiros se retiram pacificamente da área.   

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Finalizada a desocupação observa-se a devastação da área, a plantação de   
                                             eucaliptos totalmente destruída.

Fiorelli havia preservado, em parte das terras, a mata nativa e em aproximadamente dois milhões de metros quadrados, cultivado eucalipto. No início, a plantação era pequena, apenas para a alimentação dos fornos na secagem do caulim, mas logo ele contratou técnicos e empregados para formação do eucaliptal e  firmou contrato de fornecimento com a Cia. Suzano de Papel.  Essa atividade de Fiorelli também gerou muitos empregos, na formação dos eucaliptos, no corte, transporte.


            Mesmo depois da desativação da mineração, os eucaliptos continuavam a ser plantados  com a finalidade de proteger a propriedade contra invasores. No entanto, houve a invasão e a devastação das árvores. Desde então, a área está mais protegida, vigiada por Seguranças contratados pela Família Peccicacco, permanentemente.



 A invasão do Sítio Areião   
  
             Fiorelli não viveu o suficiente para ver a segunda invasão de suas terras, no ano de 2003 no Sitio Areião, junto ao Rodoanel, a área pertencente em condomínio aos descendentes de Fiorelli Peccicacco e família Di Sandro. 

            Os procedimentos foram idênticos à invasão de terras  da Fazendinha ocorrida em 1997. Não houve confronto com a polícia, os invasores deixaram a área pacificamente, porém com o agravante dos atos de vandalismo,  os estragos foram incalculáveis. Os
responsáveis não foram punidos.

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 Houve depredação de bens móveis e imóveis, destruição total do escritório
                                       queima de documentos e equipamentos.

 

 

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